Números da violência no Brasil
|
Total de mortes por arma de fogo em 100 mil habitantes no Brasil - 21,8 (nos últimos 20 anos, a taxa de mortalidade por armas de fogo no Brasil triplicou) (Fonte: Datasus)
Em 2002 foram mortas 38.088 pessoas por arma de fogo no Brasil, sendo 90% homicídios, 3,6% suicídios, 0,8% acidentes e 5,6% intencionalidade desconhecida. (Fonte: Datasus)
Taxa de homicídio por arma de fogo em 100 mil habitantes no Brasil - 21,2 63,9% dos homicídios foram cometidos por arma de fogo 19,8% dos homicídios foram cometidos por arma branca* 0,8% dos homicídios foram cometidos por agressão física 15,5% dos homicídios foram cometidos por outras causas (Fonte: Datasus) * Instrumentos contundentes, perfurantes e cortantes
Maiores taxas de mortalidade por arma de fogo do sexo masculino, segundo faixa etária, por 100 mil habitantes no Brasil: 71, 2 (homens de 15 a 19 anos) 103,1 (homens de 20 a 29 anos) 57,7 (homens de 30 a 39 anos) 34,6 (homens de 40 a 49 anos) (Fonte: Datasus)
Entre os adolescentes de 15 a 19 anos que morreram no Brasil no ano 2002: 39,1% foram vítimas de arma de fogo 14,8% acidentes de trânsito 19,9% de causas naturais 26,3% de outras causas (Fonte: Datasus)
Taxa de mortalidade por arma de fogo segundo raça/cor, por 100 mil habitantes no Brasil: 28,5 pardos 16,6 brancos 30,1 negros (Fonte: Datasus)
As internações de vítimas de armas de fogo custam ao sistema de saúde 16,45% mais que as internações por acidentes de trânsito (Fonte: Sistema de Informação de Hospitalização – SIH)
Estimativa do total de armas de fogo existentes no Brasil: 17 milhões 49% armas legais 28% ilegais de uso informal 23% ilegais de uso criminal (Fonte: Viva Rio, Small Arms Survey, 2005)
Armas de fogo apreendidas e acauteladas pela polícia no estado do Rio de Janeiro: Das 86.849 armas apreendidas em ocorrências criminais registradas nas Delegacias Legais de abril de 1999 até julho de 2005: 33% Tinham registro legal. 39% Informais (compradas em loja antes de 1980, quando não era necessário registrar) 28% Contrabando
Entre as que tinham registro legal: 65% Haviam sido registradas por pessoas físicas 29% Foram desviadas do patrimônio do Estado 6% Foram desviadas de Empresas de Segurança Privada.
Entre as armas que eram fruto de contrabando: 77% Eram brasileiras 23% Eram estrangeiras Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro (SSP-RJ)/ Delegacia Legal/ ISER |